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Financeiro

Em tempos de crise, saiba como pechinchar


Pesquisar preços e características do produto que se deseja comprar é essencial, assim como estabelecer metas de gastos e reais necessidades de consumo

Publicado em 23/03/2016

Manter o dinheiro no bolso em tempos de crise pode ser uma tarefa penosa. Se você é daquelas pessoas que não perde a chance de fazer uma boa pechincha, está no caminho certo para economizar.
       
Mas se você ainda não tem o hábito de pedir descontos, seja por timidez ou por falta de costume mesmo, saiba que pechinchar é uma prática saudável para poupar gastos. Veja algumas dicas para conseguir negociar e baratear os preços na hora da compra.
 
Pesquise e estabeleça metas
 
Antes da compra, é importante pesquisar o valor do produto em estabelecimentos físicos ou virtuais variados, ou até lojas diferentes da mesma rede. Estar informado previamente sobre os preços do mercado dá argumentos para convencer o vendedor que a compra só será feita no lugar que oferecer o preço mais em conta.
       
Se o item for novo ou estiver saindo de linha, isso deve ser levado em consideração. Cada empresa tem sua estratégia nesse caso. Algumas elevam o preço do produto em lançamento e abaixam o mais antigo, por exemplo. Entretanto, o sucesso da negociação vai depender da habilidade e da boa pesquisa feita pelo consumidor.
       
Vale, ainda, parar para pensar quais as reais necessidades que se deseja suprir, dentro de um orçamento pré-definido. Traçar uma meta do valor do que se quer (ou pode) pagar também auxilia na comparação de preços.  
 
Pague à vista
 
Uma forma de resistir ao impulso e realizar compras no crédito, que mais tarde podem virar dívidas, é pagar à vista. Mas é preciso ficar alerta para a prática de alguns estabelecimentos que costumam negar descontos no à vista e ainda oferecem a opção de pagamento dividido em parcelas “sem juros”, que acabam estimulando o uso incorreto do crédito. A negativa é considerada abusiva, segundo o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), inciso IX, ao recusar a venda de um bem ou a prestação de serviços a quem deseja adquiri-lo mediante pronto pagamento. 
       
De qualquer maneira, se o intuito é pechinchar, o hábito de comprar à prazo não é dos mais eficientes. Lembre-se que, em tempos de crise, as empresas também precisam se adequar à queda nas vendas para manter as contas em dia, e acabam sendo mais flexíveis às negociações.
 
Onde pechinchar
 
Qualquer compra pode ter o valor negociado. Mas a pechincha de produtos comercializados em estabelecimentos físicos é facilitada graças ao contato direto entre vendedor e consumidor. Isso serve para bens como roupas, calçados, móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, veículos e até imóveis.
       
Nas compras online, ainda não há uma plataformas de intermediação tão eficientes e flexíveis assim, que possibilite a negociação direta com o vendedor. Porém, o consumidor ainda pode pesquisar o melhor preço, desde que em sites confiáveis.
       
No caso de alimentos, feiras livres são ambientes receptivos para a prática da pechincha. É mais fácil pedir descontos para feirantes, ainda mais se for um produto da época. Evitar o consumo de alimentos que sofreram quebra de safra também é uma boa dica de economia.
       
No geral, a pesquisa prévia e o hábito de fazer lista de compras pode ajudar na escolha dos melhores produtos, fazendo as substituições necessárias.
 
Orçamento em dia, inclusive na crise
 
Embora a pechincha seja uma saída essencial para manter a balança do orçamento doméstico equilibrada, só ela não basta. Planejar o uso consciente da renda torna-se obrigatório em tempos como este. 
 
Ferramentas de controle, como planilhas de orçamento, cadernetas, aplicativos, são aliadas na organização do destino do dinheiro. A planilha de orçamento doméstico elaborada pelo Idec pode ser ser baixada aqui
 
Nos casos das famílias que já se encontram endividadas, manter a calma (mesmo que seja difícil) é necessário para renegociar as dívidas e pedir descontos para conseguir quitá-las. O consumidor pode solicitar a ajuda de um órgão de defesa do consumidor como o Núcleo de Endividamento do Procon, a Defensoria Pública, e entidades de caráter públicos com especialistas que auxiliarão na revisão de contratos e cálculos para garantir o cumprimento da renegociação sem perder o controle das contas. 
 
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