DICAS
Cuidados com as luzes de Natal
As festas de fim de ano estão chegando e o comércio se enche de apetrechos de decoração. Nos últimos anos, as luzes para enfeitar árvores e jardins têm conquistado os consumidores. Apesar de baratas e pequenas, não são tão inofensivas quanto parecem. Para evitar desastres nessa época tão festiva, siga essas dicas, publicadas na revista portuguesa Pró Teste:
Se for usar as luzes do ano anterior, verifique se há fios desencapados, se as lâmpadas estão bem firmes e se a tomada está em bom estado.
Cheque também se há lâmpadas queimadas, que devem ser substituídas. A falta de uma aumenta a intensidade da corrente elétrica nas outras. As lâmpadas superaquecidas podem se queimar e até causar um curto-circuito.
Ao comprar um jogo novo, verifique se ele fornece lâmpadas de substituição e se elas são suficientes para o conjunto. Por exemplo, duas lâmpadas de substituição são razoáveis para um conjunto de 20 lâmpadas, mas não para um de 100.
Só substitua uma lâmpada por outra que tenha a mesma voltagem e potência daquela queimada. Esses dados se encontram na embalagem do jogo.
Só substitua lâmpadas depois de tirar o fio do conjunto da tomada.
Se houver decorações metálicas na árvore, não deixe que elas toquem nas luzes, pois podem danificar o isolamento dos fios elétricos.
Não deixe as crianças nem os animais domésticos brincarem com as luzes. Se possível, coloque a árvore num plano elevado.
Desligue as luzes quando ninguém estiver em casa.
Verifique se o conjunto pode ser instalado em ambientes externos, sujeitos a chuvas.
Proteja-se do sol de verão
Com a chegada do verão e das férias, aumentam as chances de exposição ao sol. Geralmente, ela é benéfica, porque os raios ultravioletas estimulam a produção de vitamina D e podem agir como antidepressivos. Mas se não tomarmos cuidado, o sol em excesso pode provocar alergias, queimaduras, insolação, envelhecimento precoce e câncer de pele. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), o câncer de pele é o câncer mais freqüente no Brasil. Por isso, veja aqui algumas dicas para se proteger do sol, publicadas na revista portuguesa Teste Saúde:
Escolha o fator de proteção solar adequado à sua idade, tipo de pele e ao tempo em que vai ficar ao sol. Quanto mais nova for a pessoa e mais longa a exposição ao sol, mais alto deverá ser o FPS.
Utilize um protetor solar mesmo em dias nublados.
Reaplique o protetor a cada duas horas ou após cada banho de mar ou de piscina.
Use roupas leves e largas, que protejam o corpo do sol mas o deixem respirar.
Não se esqueça do chapéu e dos óculos de sol.
Evite ficar perto de superfícies refletoras (água, vidro, areia), que podem refletir até 85% dos raios solares.
Evite tomar sol entre as 10 da manhã e 4 da tarde
Procure ficar em lugares mais frescos e à sombra.
Beba água freqüentemente e limite o consumo de álcool, para evitar uma desidratação.
Redobre os cuidados com as crianças: elas devem utilizar FPS superior a 15. Não exponha os menores de seis meses de idade ao sol.
Que brinquedo escolher?
Não é fácil escolher o brinquedo certo para uma criança, mas se você levar essas dicas em conta, terá menos problemas depois da compra. Em primeiro lugar, o brinquedo deve ser adequado ao gosto e à idade da criança. Se possível, deixe que ela participe da escolha, para não ter frustrações. Evite dar brinquedos que funcionam sozinhos e transformam as crianças em meras espectadoras. E não se esqueça de fazer uma boa pesquisa de preços.
Escolhido o brinquedo, verifique se ele tem o selo de conformidade do Inmetro. Por lei, todos os brinquedos devem possuir esse certificado. A embalagem deve conter todas as informações sobre o produto, incluindo a faixa etária a que ele se destina, a advertência sobre eventuais riscos à segurança da criança e dados do fabricante.
Tome cuidado com brinquedos de fora que entram no país clandestinamente e são comercializados de forma irregular por vendedores ambulantes. Eles não têm garantia de segurança e qualidade, e você não tem a quem responsabilizar se houver problemas.
A nota fiscal é o único instrumento que permite ao consumidor exigir seus direitos em relação a eventuais defeitos do produto.
No caso de crianças pequenas, leia as instruções e desfaça a embalagem para elas. Assim, você pode orientá-las sobre como brincar e protegê-las de armadilhas das caixas.
Por fim, lembre-se que, além de jogos e brinquedos, há várias opções de livros, discos e objetos para agradar a todas as idades.
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