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Edição 60
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Testes e Avaliações

PREVINA-SE CONTRA A LENTIDÃO NA INTERNET

O seu equipamento e a qualidade de sua linha telefônica podem interferir no acesso à Web.

Contratar um provedor de acesso eficiente é apenas um dos requisitos para garantir uma boa conexão à internet. Em primeiro lugar, é importante que você avalie se possui uma estrutura adequada para trafegar na rede mundial de computadores. Caso contrário, problemas como a lentidão para abrir páginas na internet ou realizar downloads podem prejudicar a conexão.

Um fator que influi no acesso, sobretudo na velocidade da transmissão de dados entre o provedor e o seu computador, é o modem. O ideal é que você adquira um aparelho com velocidade de 56 kBps, a maior existente no mercado. A configuração de seu computador também interfere na conexão: no mínimo, a memória deve ter 32 MB e o processador deve ser o Pentium 100 MHz (para um micro com Windows 95). A configuração deve ser superior se o sistema operacional for similar ao Windows 98 ou mais atual, de acordo com o engenheiro e professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Jorge Kinoshita.

Além dos cuidados com os equipamentos, você deve dispor de uma linha telefônica de boa qualidade. Sem isso, a comunicação entre o seu computador e a central do provedor ficará prejudicada. Para Kinoshita, se a linha telefônica costuma ter ruídos, por exemplo, a transferência de dados pela internet tende a ficar lenta e a ligação cairá com freqüência. Se você desconfiar de algum problema, solicite que a companhia telefônica faça uma revisão de sua linha. Basta ligar para o número 103 acrescido dos três primeiros números de seu telefone e pedir a visita de um técnico, que é gratuita. No entanto, se o ruído for provocado por má instalação da linha ou por fatores internos, como umidade, o problema não será resolvido, pois os técnicos apenas se comprometem a corrigir defeitos no trajeto da linha entre o poste e a central telefônica.

O que cabe ao provedor

Depois que você se equipou para navegar na internet, a escolha de um provedor é o segundo passo fundamental para se conectar bem à rede. Neste caso, a velocidade de conexão depende diretamente do número de linhas telefônicas que o provedor oferece por usuário. Isso porque a velocidade é distribuída entre os internautas que estão utilizando a mesma linha simultaneamente. Além da lentidão, o congestionamento das linhas é responsável, ainda, pelos sinais de ocupado durante as tentativas de conexão. Antes de fechar o negócio, pergunte ao seu provedor qual a capacidade de suas linhas telefônicas para o acesso à Web: a recomendação é que uma linha suporte até 15 usuários.

Outra dica é procurar saber qual a capacidade da conexão do provedor com a rede mundial de computadores, que se dá por meio do backbone (veja infográfico ao lado). O princípio é o mesmo das linhas telefônicas: quanto maior o número de pessoas conectadas pelo mesmo canal ou backbone, maior será a lentidão.

Kinoshita aponta, ainda, outro empecilho para uma boa conexão: os canais de comunicação da própria internet. “Como não existem muitos canais, o caminho acaba congestionado. É o mesmo que acontece nas ruas interditadas devido ao fluxo excessivo de veículos, onde as ruas seriam os canais de comunicação e os carros, os internautas”, explica.

Conexão boa, mas ainda lenta

O Idec testou o serviço de sete provedores de acesso à internet (cinco pagos e dois gratuitos) e descobriu que, na maioria dos casos, é possível estabelecer a conexão com facilidade e até atingir uma boa velocidade na rede. Apenas houve uma exceção: o provedor gratuito Tutopia atingiu um tempo médio de download muito elevado em comparação aos demais serviços testados. Os técnicos do Idec concluíram que o problema pode ter ocorrido devido ao congestionamento das linhas do provedor.

Para realizar a avaliação, os técnicos fizeram 63 tentativas de conexão durante 22 dias em três períodos diferentes: manhã, tarde e noite. Além da conexão, também foram avaliados o suporte técnico dos provedores, os contratos de prestação de serviço, os pacotes oferecidos e os seus respectivos preços.

De um modo geral, o resultado do teste foi satisfatório. Em 91% dos casos, o Idec conseguiu fazer a conexão com o provedor na primeira tentativa. Também não ocorreram muitos casos de linhas ocupadas: apenas 2,8%. A velocidade de conexão foi outra surpresa do teste: a maioria dos provedores atingiu a marca de 50,6 kBps, limite bem próximo do máximo que poderia ser alcançado pelo modem de 56 kBps, adotado para a avaliação.

Quanto ao suporte técnico, o Idec constatou que os atendentes estão bem preparados para solucionar as dúvidas dos consumidores. O serviço por telefone é de fácil acesso, todos foram contatados na primeira ligação, e não houve nenhum caso de espera prolongada.

Tutopia marcou 55 minutos Para testar a velocidade da conexão, o Idec executou o download de um arquivo de 3,7 MB. Nos três períodos em que foram feitos os downloads (a partir das 9, 16 e 20 horas), o tempo de transferência foi semelhante. Portanto, nem sempre o usuário pode poupar tempo se fizer o download em determinados horários.

O Tutopia foi a única exceção, uma vez que os tempos médios de tranferência do provedor tiveram diferenças de até 20 minutos. De manhã, o tempo alcançado pelo provedor foi de 40 minutos e à tarde, de 55 – no período da noite, o provedor alcançou a média de 45 minutos. Com isso, os downloads realizados pelo Tutopia também foram os mais demorados do teste. Em comparação, o Terra, o mais rápido de todos, atingiu o tempo máximo de 19 minutos para concluir a transferência do arquivo. Os outros provedores demoraram, no máximo, 23 minutos.

Uma das possíveis causas para explicar a lentidão do download pelo Tutopia é o excesso de usuários. Em busca dessa resposta, o Idec experimentou executar a mesma transferência às seis horas da manhã. Neste horário, o Tutopia realizou o download em dez minutos.

Linhas ruins, acesso demorado

O Idec também realizou o teste de provedores numa região diferente da cidade de São Paulo. Assim, os riscos de que certos requisitos, como a má qualidade da linha telefônica, prejudicassem a performance de algum provedor seria menor. Ao contrário do que aconteceu na primeira avaliação, desta vez ocorreram muitos problemas. Cerca de 49% dos downloads nem sequer foram iniciados ou finalizados. Já a conexão não pôde ser realizada em 22% dos casos, contra 9% do primeiro teste.

Diante do resultado, os técnicos do Idec suspeitaram que o equipamento ou a má qualidade da linha telefônica poderiam ter interferido negativamente na conexão. Para obter a resposta, eles instalaram o computador do primeiro teste na mesma linha onde apareceram os problemas. Mais uma vez, o resultado não foi satisfatório, o que eliminou a possibilidade de a culpa ser do equipamento.

A conclusão, portanto, é que a qualidade da linha telefônica na região do bairro da Água Branca, onde surgiram os piores resultados, é muito ruim. Este fator certamente interferiu na avaliação e também foi o motivo pelo qual o segundo teste não pôde ser levado em consideração no resultado final.

Contratos confusos e ilegais

Você costuma ler os contratos eletrônicos dos provedores antes de assiná-los? Caso a resposta seja não, é melhor prestar atenção. Ainda mais porque os contratos estabelecidos via internet são de adesão, isto é, ou o usuário assina ou desiste – não há negociação. O Idec avaliou o contrato oferecido pelos sete provedores testados e descobriu que a maioria traz cláusulas confusas, pouco claras e até ilegais, conforme as determinações do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Veja os principais problemas encontrados:

  • Defeitos de qualidade – A maioria das empresas se isenta da responsabilidade por qualquer dano decorrente do serviço prestado. Pelo CDC, porém, o fornecedor de serviços deve responder pelos defeitos de qualidade. Caso contrário, o consumidor tem o direito de solicitar a restituição imediata da quantia paga, eventualmente atualizada, ou o abatimento proporcional do preço.

  • Uso de dados cadastrais – O contrato do provedor O Site, por exemplo, afirma que as informações contidas no cadastro dos usuários podem ser usadas para fins comerciais. Já o Tutopia informa que pode fornecer os dados pessoais para os provedores independentes de conteúdo pessoal. De acordo com o CDC, o consumidor deve ser previamente consultado e ainda autorizar a inclusão de seu nome em qualquer tipo de cadastro.

  • Alteração dos contratos – O BOL assegura que pode mudar os termos de seu contrato a qualquer momento, o que é proibido pelo CDC. O consumidor deve ser previamente avisado e concordar com as alterações.

  • Informações importantes – Três itens são constantemente omitidos, mas, pelo CDC, devem constar nos contratos: periodicidade dos reajustes; encargos e itens importantes decorrentes da adesão do usuário; e as informações sobre atraso de pagamento. Quanto ao aumento das mensalidades, o estudo mostrou que nenhuma empresa menciona a periodicidade dos reajustes e a maioria não esclarece como eles serão feitos. Para se ter uma idéia, o AOL cita que os aumentos serão efetuados a seu critério e a qualquer tempo. No entanto, a empresa se compromete a avisar o consumidor com trinta dias de antecedência.

    As recomendações do Idec

    Diante de tantas irregularidades, além de ler com cuidado, é importante imprimir os contratos na hora da assinatura (veja abaixo o caso da associada Esther Gasciarino). Procure saber, sobretudo, se os documentos informam as vantagens de se tornar um assinante, assim como os canais exclusivos e os direitos ao acesso e ao serviço que será prestado. É essencial, ainda, que os contratos virtuais mencionem os serviços oferecidos, suas obrigações, os valores dos planos e as formas de pagamento.

    Assinante recebeu três cobranças do mesmo serviço

    A associada do Idec Esther Gasciarino, de São Paulo, contratou os serviços do Speed UOL há um ano e sete meses. Apesar de garantir que a conexão sempre foi boa, ela teve uma série de problemas com a área de cobranças do provedor. O pior foi a imposição do pagamento da taxa de habilitação de R$ 50. “Eu entendo bastante de informática e fiz a instalação sozinha. Mesmo assim, o UOL alegou que a cobrança da taxa era obrigatória e ainda afirmou que um técnico da empresa precisaria checar se a configuração estava correta”, explica Gasciarino.

    Além de ser obrigada a arcar com a despesa, ela ainda recebeu outras duas cobranças da taxa de habilitação durante o período em que assinou o Speed UOL. Da última vez, Esther conta que ficou muito indignada e resolveu reivindicar a restituição. Mas só quando o Procon interveio no caso ela foi reembolsada. Recentemente, o provedor anunciou que não irá mais cobrar esse tipo de taxa para os novos assinantes.

    A associada também procurou o Idec e o Procon para reclamar de um aumento na assinatura mensal do plano Speed UOL. O plano, que custava R$ 35 (uma promoção para os cinqüenta primeiros assinantes do serviço), subiu para R$ 68. O Idec orientou a associada a verificar no contrato qual seria o valor estimado depois de um ano de assinatura, prazo em que acabaria a promoção. Mas Esther ficou impossibilitada de levar o assunto adiante porque não imprimiu o contrato no momento em que fez a assinatura. “Eu cheguei a pedir o documento impresso para o UOL várias vezes por telefone e por meio do Procon. Mas os atendentes do provedor apenas me forneceram o endereço eletrônico onde ele está disponível. A data do contrato na internet muda a cada dia que você acessa, ou seja, não há como achar o contrato que eu fiz naquela época”, termina ela. Por isso, é muito importante ter atenção redobrada na hora de ler e imprimir os contratos eletrônicos.

    No teste, poucas dificuldades na conexão

    Além do tempo de download, o Idec também avaliou mais três requisitos: linha ocupada, os problemas ocorridos antes de se conectar e as dificuldades durante a conexão. No primeiro, os técnicos procuraram saber quantas vezes o telefone de acesso ao provedor dava sinal de ocupado. Nos últimos, foram observados quantas vezes a conexão caía, quais as mensagens de erro que apareciam na hora de conectar, ou se o acesso era lento ou estável. Para cada um dos três itens, foram realizadas nove tentativas de conexão. O Idec encontrou poucas dificuldades: por exemplo, das nove tentativas, o UOL apresentou problemas para conectar três vezes e, durante a conexão, duas vezes. Porém, o download não pôde ser concluído somente uma vez. Em apenas uma das nove tentativas, a conexão do Tutopia ficou lenta, chegando até a cair, e o telefone de acesso do BOL estava ocupado. Os demais provedores não tiveram nenhum problema de conexão e nem de linhas ocupadas.

    Vale lembrar que o resultado do teste apenas englobou uma região da capital paulista devido aos problemas ocorridos na linha telefônica. Portanto, é possível que o tempo médio do download realizado em outras localidades da cidade seja diferente do registrado no teste.

    A melhor escolha

    É difícil dizer qual o melhor provedor de acesso à internet. A escolha certa depende das necessidades de cada usuário. Como os pacotes trazem muitas variações, determinado provedor pode ser ideal para quem precisa de conteúdo, mas também pode ser o menos indicado se você estiver interessado em outros serviços, como e-mail ilimitado ou hospedagem de páginas pessoais. Por isso, é importante avaliar com cuidado os serviços exclusivos que cada provedor oferece.

    Procure calcular também quanto tempo você precisa para navegar na internet. Ultrapassar o horário estabelecido pelo pacote pode custar muito caro. Muitas vezes até mais do que você pagaria se optasse por um plano com mais horas de acesso. Em certos casos, é melhor optar pelo acesso ilimitado ou utilizar os serviços gratuitos dos provedores. Por exemplo, se você quer apenas enviar e receber e-mails, opte pelos provedores gratuitos. Entre os pesquisados estão o iG e o Tutopia.

    Como foi feito o teste

    Realizada entre os dias 7 e 29 de maio, a avaliação foi realizada na Vila Diva, Zona Leste da Capital de São Paulo. Como um consumidor comum, os técnicos do Idec contrataram os serviços de oito provedores. Para a conexão, foi utilizado um notebook Toshiba 1555 CD, com Windows 98 e modem V.90 de 56 kBps. Já a escolha dos provedores teve como base os rankings dos institutos Yankee Group, Ibope eRatings, IVC e Media Metrix.

    As conexões à internet foram iniciadas às 9, às 16 e às 20 horas. Durante 10 minutos, os técnicos do Idec tentavam fazer a conexão. Caso não conseguissem nesse tempo, eles passavam para o próximo provedor. Apenas nos casos em que o acesso foi estabelecido, mas a página da internet não abriu, havia uma segunda tentativa. Se o download não fosse finalizado, os técnicos não tentavam realizá-lo novamente.

    Como meio de avaliar o suporte técnico dos provedores, os técnicos solicitaram a ajuda dos operadores das empresas para configurar a rede dial-up e a caixa de correio. Para todos, também foi enviado um questionário por e-mail, a fim de avaliar seus serviços de suporte online. Neste item, os técnicos levaram em consideração se os atendentes foram atenciosos e se os mesmos demonstraram segurança em relação às informações fornecidas.

    Banda larga: a velocidade compensa

    Se você costuma fazer muita pesquisa na internet, downloads demorados e gosta de baixar músicas, é melhor optar pela banda larga ou internet rápida. A tecnologia permite que o usuário consiga obter maior velocidade de conexão. No Brasil, há três tipos de banda larga: o MultiLink e o Speedy, ambos oferecidos pela empresa Telefônica, de São Paulo, e os serviços de internet por cabo. Os técnicos do Idec pesquisaram as vantagens e as diferenças entre os dois primeiros. Eles também fizeram uma média dos custos dos serviços MultiLink (usando os dois canais disponíveis) e Speedy. O resultado apontou que o Speedy é uma opção mais barata para quem navega mais de 18 horas por mês.

    Speedy: Conexão 24 horas

    Vantagens

  • Conexão permanente, 24 horas por dia. O usuário não precisa conectar o provedor para fazer o acesso.
  • O usuário pode receber ligações telefônicas pela mesma linha, mesmo que esteja conectado.
  • O custo do serviço é fixo. Não é preciso pagar pelo pulso da ligação.
  • As velocidades de conexão variam, mas são bem elevadas: 256 kBps, 512 kBps e 2 MBps.

    Desvantagens

  • O usuário economiza com o pulso da ligação, mas tem de arcar com outros custos: instalação e assinatura mensal do serviço de Speedy, aluguel do modem, assinatura da linha telefônica (caso ainda não tenha) e contratação do provedor de acesso. Também é possível que o internauta tenha de comprar uma placa Ethernet 10 base T. Para uma conexão de 256 kBps, sem incluir o preço da instalação, o custo* total fica em torno de R$ 84,80 (Terra), R$ 89,70 (iG) e R$ 117,80 (UOL). Já o preço da instalação é R$ 210, não importando a velocidade da conexão.

  • Apenas os provedores UOL (plano Speed UOL), Terra (Terra Plus via ADSL) e iG (Super iG) são compatíveis com a tecnologia. Porém, só o Terra (provedor que pertence à Telefônica) oferece conexão para as três velocidades disponíveis.

    MultiLink: Linha dupla

    Vantagens

  • Permite a duplicação da linha telefônica, ou seja, o usuário pode fazer ou receber ligações por uma linha e conectar pela outra. Ou ainda empregar as duas para voz ou dados, sempre usando o mesmo número de telefone.
  • Os custos para assinar o MultiLink são menores que os do Speedy, mas apenas se você navega pouco: menos de 18 horas por mês, de acordo com o cálculo do Idec. Para se ter uma idéia, com 18 horas de navegação o usuário paga aproximadamente R$ 100 em ambos os serviços. Já 55 horas de acesso pelo MultiLink custarão o dobro, enquanto o preço do Speedy permanecerá o mesmo (o cálculo teve como base os custos mensais dos dois serviços e a cobrança dos pulsos da ligação dos dois canais em horário normal, no caso do MultiLink).
  • A instalação também sai mais em conta: R$ 72,62, contra R$ 210 do Speedy.
  • Se o usuário acessar a internet pelas duas linhas disponíveis pode dobrar a velocidade de conexão, alcançando até 128 kBps.

    Desvantagens

  • O acesso é discado como o convencional.
  • A velocidade de conexão nem sempre é maior do que a alcançada pela banda estreita. Se o usuário apenas usar uma linha para acessar a internet, a velocidade máxima atingida será a de 64 kBps, limite próximo do que é conseguido pelo acesso tradicional.
  • Mesmo não tendo de arcar com os custos do aluguel do modem, como no caso do Speedy, o consumidor terá de pagar pela instalação do sistema, assinatura mensal do serviço e da linha telefônica, contratação de um provedor e, ainda, com o pulso de duas ligações. O custo* mensal, sem incluir instalação e o pulso da ligação, sai por R$ 54,77 (Terra Plus via ISDN) e R$ 39,67 (iG 3).
  • Entre os provedores pesquisados, apenas o iG e o Terra oferecem o serviço.
    *Preços apurados até 31 de julho de 2001.

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