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Por uma Rotulagem Nutricional Adequada já!

Assine a petição para pedir que a Anvisa revise o atual modelo de rotulagem brasileiro
#29bc00
Alimentação
Lutamos por seu direito de saber o que come e por políticas que permitam escolher alimentos melhores para a saúde e o meio ambiente.

Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Acreditamos que é necessário criar um ambiente favorável e, por isso, pressionamos a indústria e o governo a adotar políticas que induzam mudanças no mercado. Defendemos, por exemplo, informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos e regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças. Ao mesmo tempo, queremos ampliar o acesso a alimentos orgânicos e restringir o uso de agrotóxicos.

01/08/2017
Atualizado: 21/09/2017

Assine a petição para pedir que a Anvisa revise a norma de rotulagem nutricional brasileira! Você tem o direito de saber e o poder público tem o dever de agir.

O Idec, amparado por diversos estudos e pesquisas científicas e de opinião, e em sintonia com recomendações de organismos internacionais referências em saúde e alimentação saudável, defende que é preciso aprimorar já o atual modelo de rotulagem nutricional no Brasil. 

Por isso, o Instituto, juntamente com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), apresentou à Anvisa uma proposta de aprimoramento dos rótulos com destaque para novos alertas frontais.O símbolo foi desenvolvido a partir de uma análise técnica de modelos já implementados com sucesso no Chile e Equador. 

PORQUE ESSA MUDANÇA É TÃO IMPORTANTE?

Para que as escolhas alimentares sejam mais saudáveis e feitas de forma mais consciente, é preciso que o consumidor tenha informação adequada sobre o que está contido em um produto. 

De acordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), é um direito básico “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentam”, incluindo as informações fornecidas por meio da rotulagem nutricional. 

Organismos internacionais como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) também reconhecem o rótulo como uma ferramenta útil para orientar os consumidores nas melhores escolhas alimentares e, consequentemente, reduzir o excesso de peso em diversas partes do mundo. 

E com os atuais índices, essa situação se torna urgente: mais da metade dos adultos brasileiros está com o peso acima do recomendado e 19% são considerados obesos. Entre as crianças de cinco e nove anos, aproximadamente 34% e 13% delas têm excesso de peso e obesidade, respectivamente 

COMO FUNCIONA HOJE, E COMO MUDAR?

No Brasil, os rótulos seguem regras determinadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, em 2003, tornou obrigatória a inclusão de determinadas informações nutricionais nas embalagens de quase todos os alimentos disponíveis no mercado. Porém, mais de uma década depois, experiências internacionais e evidências científicas mostram que apenas isso não é mais suficiente. É preciso avançar – e rápido.

Faça a sua parte. Participe desta petição para pedir que as atuais normas de rotulagem sejam revisadas.

QUEM ESTÁ APOIANDO ESSA PROPOSTA?

Além dos milhares de consumidores que já se manifestaram em defesa da revisão do atual modelo de rotulagem brasileiro, dezenas de instituições e personalidades apoiam a proposta apresentada pelo Idec, destacando a necessidade da inclusão de uma rotulagem de advertência na parte da frente da embalagem.
 

Organizações

  • ACT Promoção da Saúde
  • Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável
  • ANDI - Comunicação e Direitos
  • Associação Arte Despertar
  • Associação de Diabetes Juvenil (ADJ)
  • Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale)
  • Associação Brasileira de Nutricionistas (Asbran)
  • Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)
  • Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms)
  • Associação Brasileira para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável (ABPASS)
  • Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (Cepagro)
  • Conselho Federal de Nutricionistas (CFN)
  • Fundação do Câncer
  • Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Alimentação e Saúde do Escolar da
  • Grupo de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional Prof. Pedro Kitoko (GESAN)
  • Laboratório de Dietética Experimental da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Laboratório de Segurança Alimentar e Nutricional e Políticas Públicas do Instituto Saúde e Sociedade da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Movimento pela Saúde dos Povos (MSP) - Brasil
  • Movimento Todos Junto Contra o Câncer (TJCC)
  • Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições da Universidade Federal de Santa Catarina (NUPPRE/UFSC)
  • Núcleo Interdisciplinar de Prevenção de Doenças Crônicas na Infância da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (OPSAN/UnB)
  • Programa Academia da Cidade Recife/PE - Polo Experimental da Universidade de Pernambuco (UPE)
  • Rede Brasileira Infância e Consumo (Rebrinc)
  • Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (IBFAN Brasil)
  • Rede NUTRItodos
  • Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI)
  • Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH)
  • Universidade Federal Fluminense (GEPASE/UFF)
Esta petição será entregue para:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

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Lutamos por seu direito de saber o que come e por políticas que permitam escolher alimentos melhores para a saúde e o meio ambiente.

Adotar hábitos alimentares mais saudáveis e sustentáveis é muito importante, mas não depende só de você. Acreditamos que é necessário criar um ambiente favorável e, por isso, pressionamos a indústria e o governo a adotar políticas que induzam mudanças no mercado. Defendemos, por exemplo, informação nutricional mais clara e simples no rótulo dos produtos e regras para a publicidade de alimentos, principalmente para crianças. Ao mesmo tempo, queremos ampliar o acesso a alimentos orgânicos e restringir o uso de agrotóxicos.

01/08/2017
Atualizado: 21/09/2017

Assine a petição para pedir que a Anvisa revise a norma de rotulagem nutricional brasileira! Você tem o direito de saber e o poder público tem o dever de agir.

O Idec, amparado por diversos estudos e pesquisas científicas e de opinião, e em sintonia com recomendações de organismos internacionais referências em saúde e alimentação saudável, defende que é preciso aprimorar já o atual modelo de rotulagem nutricional no Brasil. 

Por isso, o Instituto, juntamente com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), apresentou à Anvisa uma proposta de aprimoramento dos rótulos com destaque para novos alertas frontais.O símbolo foi desenvolvido a partir de uma análise técnica de modelos já implementados com sucesso no Chile e Equador. 

PORQUE ESSA MUDANÇA É TÃO IMPORTANTE?

Para que as escolhas alimentares sejam mais saudáveis e feitas de forma mais consciente, é preciso que o consumidor tenha informação adequada sobre o que está contido em um produto. 

De acordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), é um direito básico “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentam”, incluindo as informações fornecidas por meio da rotulagem nutricional. 

Organismos internacionais como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) também reconhecem o rótulo como uma ferramenta útil para orientar os consumidores nas melhores escolhas alimentares e, consequentemente, reduzir o excesso de peso em diversas partes do mundo. 

E com os atuais índices, essa situação se torna urgente: mais da metade dos adultos brasileiros está com o peso acima do recomendado e 19% são considerados obesos. Entre as crianças de cinco e nove anos, aproximadamente 34% e 13% delas têm excesso de peso e obesidade, respectivamente 

COMO FUNCIONA HOJE, E COMO MUDAR?

No Brasil, os rótulos seguem regras determinadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, em 2003, tornou obrigatória a inclusão de determinadas informações nutricionais nas embalagens de quase todos os alimentos disponíveis no mercado. Porém, mais de uma década depois, experiências internacionais e evidências científicas mostram que apenas isso não é mais suficiente. É preciso avançar – e rápido.

Faça a sua parte. Participe desta petição para pedir que as atuais normas de rotulagem sejam revisadas.

QUEM ESTÁ APOIANDO ESSA PROPOSTA?

Além dos milhares de consumidores que já se manifestaram em defesa da revisão do atual modelo de rotulagem brasileiro, dezenas de instituições e personalidades apoiam a proposta apresentada pelo Idec, destacando a necessidade da inclusão de uma rotulagem de advertência na parte da frente da embalagem.
 

Organizações

  • ACT Promoção da Saúde
  • Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável
  • ANDI - Comunicação e Direitos
  • Associação Arte Despertar
  • Associação de Diabetes Juvenil (ADJ)
  • Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale)
  • Associação Brasileira de Nutricionistas (Asbran)
  • Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)
  • Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms)
  • Associação Brasileira para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável (ABPASS)
  • Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (Cepagro)
  • Conselho Federal de Nutricionistas (CFN)
  • Fundação do Câncer
  • Grupo de Ensino, Extensão e Pesquisa em Alimentação e Saúde do Escolar da
  • Grupo de Estudos em Segurança Alimentar e Nutricional Prof. Pedro Kitoko (GESAN)
  • Laboratório de Dietética Experimental da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Laboratório de Segurança Alimentar e Nutricional e Políticas Públicas do Instituto Saúde e Sociedade da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Movimento pela Saúde dos Povos (MSP) - Brasil
  • Movimento Todos Junto Contra o Câncer (TJCC)
  • Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições da Universidade Federal de Santa Catarina (NUPPRE/UFSC)
  • Núcleo Interdisciplinar de Prevenção de Doenças Crônicas na Infância da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (OPSAN/UnB)
  • Programa Academia da Cidade Recife/PE - Polo Experimental da Universidade de Pernambuco (UPE)
  • Rede Brasileira Infância e Consumo (Rebrinc)
  • Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar (IBFAN Brasil)
  • Rede NUTRItodos
  • Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI)
  • Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH)
  • Universidade Federal Fluminense (GEPASE/UFF)
Esta petição será entregue para:

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)