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ATENÇÃO: Esta campanha é uma forma de mobilização social. Por meio dela você poderá expressar sua indignação a respeito do andamento das ações referentes ao Plano Collor I e enviar sua manifestação ao Governo.
A campanha não tem o poder de garantir uma decisão favorável de qualquer ação judicial. _____________________________________
Há dezoito anos, no dia 16 de março de 1990, o Brasil tomou um susto. Pela televisão, os brasileiros assistiram à Ministra Zélia Cardoso, do governo do então presidente Fernando Collor de Mello, anunciar diversas medidas. Entre elas, o confisco dos investimentos, inclusive das poupanças, que ultrapassassem a quantia de NCZ$ 50 mil (cruzados novos). Muitos consumidores ficaram em uma situação desesperadora.
Segundo o Plano Collor, as quantias bloqueadas seriam transferidas para o Banco Central e a partir daí passariam a receber correção pelo BTNF. Assim, os excedentes das poupanças que aniversariavam na 2ª quinzena de março de 1990 não seriam mais corrigidas pelo IPC do mês de março (84,32%), mas sim pelo BTNF (Bônus do Tesouro Nacional Fiscal), que no mesmo período acumulara uma variação de 41,28%.
O Idec lutou para que fosse considerado o IPC.
Mesmo diante da definição da Justiça pelo BTNF como fator de correção dos ativos bloqueados, permanece uma injustiça para com os poupadores.
O Idec apurou em extratos de seus associados que, na média, não mais de 5% pelo BTNF foram aplicados como correção dos valores retidos pelos bancos, no primeiro aniversário após o plano, e não 41,28%. É essa a diferença que o Idec reclama para seus associados e para todos os poupadores que estiverem nas mesmas condições.
Por meio dessa campanha, exigimos que o Banco Central devolva aquilo que é de direito aos consumidores! Para participar, envie a carta ao lado para a Presidência da República, Casa Civil, Ministérios do Planejamento e da Fazenda, e Banco Central. O Idec também encaminhará um abaixo-assinado de mesmo conteúdo para esses órgãos.
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